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Diário, idéias, pensamentos, devaneios e outras alucinações...
Email:F12
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"Quero tomar decisões por mim mesmo
Que o único motivo de viver seja ter prazer
Quero só chorar de tanto desejar sorrir
Quero seguir o meu caminho a esmo"
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wQuarta-feira, Julho 02, 2003 |
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Esse blog aqui acabou.
Estou de endereço novo:
http://f12.blig.ig.com.br/
posted by
fabiana alves at 11:41-
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Esse blogger está com problemas...
Está na hora de mudar...
posted by
fabiana alves at 11:02-
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wQuinta-feira, Março 20, 2003 |
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Outras datas de estréias de filmes que merecem a minha atenção:
A sequência do X-Men - esse eu não perco nem que me paguem. A expectativa é que supere o primeiro, já que personagens como Colosso e acho que Kitty Pride vão integrar a sequência. Data prevista 01 de maio.
Outro que estou na dúvida se vou ou não conferir, já que a sua segunda parte, até então era a última, foi o supra sumo (pelo menos na época) dos filmes de ficção, O Exterminador do Futuro 3, está marcado para vir no dia 23 d emaio. O meu medo é que eu não ache graça e me decepcione. O 2 foi muito bom, bom mesmo, que não canso de ver a reprise. Esse terceiro falaram muito pouco dele e talvez não tenha mais o que acrescentar nesta história, mas vou conferir, acho que sim.
Essas informações de estréias eu conferi no site do Cinemark.
posted by
fabiana alves at 13:53-
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Diversão
Enquanto os Estados Unidos ficam lançando as suas bombas no Iraque, aqui estou eu no meu trabalho, fazendo algumas matérias e também fuçando na net. Mais uma vez dou graças por estar no Brasil, estamos no nosso sossego. sofremos com outras coisas, assaltos, miséria, falta de dinheiro, sequestros, etc, mas nada de bombas (pelo menos não dos tipo Mirage).
Mas, bem, nessas fuçadas internáuticas, entro no site de uma das sequências de ficção científica mais esperadas - The Matrix Reloaded, pelo menos o meu marido é um dos fãs que sonha com esse momento e quer ser o primeiro da fila quando o filme estrear no Brasil, com previsão para 23 de maio, e além de ver os trailers, descubro algo superbacana. Junto com o filme, vai ser lançado o jogo da trilogia, mais especicamente, desse filme. O legal, além das diversas cenas de luta, e do game em si, há a possibilidade de hackeá-lo e assim, potencializar os nossos personagens, dando mais armas, poderes, etc. Fora isso, sem o jogo, nós vamos deixar de entender por completo o que é a Matrix, em especial, a sequência (Reloaded), já que ele foi produzido simultaneamente com essa segunda parte da trilogia e teve todos os mesmos cuidados que a superprodução teve. Já vou querer comprar, mais informações entra aí: Enter The Matrix
posted by
fabiana alves at 13:45-
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wQuarta-feira, Março 12, 2003 |
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Vamos dizer NÃO à soberania do senhor Bush e boicotar os norte-americanos e os ingleses, entre outros que querem apoiar a Guerra e mantém o nosso mundo no caos em que está!!!
Confiram o e-mail que está rolando na NET, e cliquem no link logo abaixo e vamos nessa campanha:
Who's Leading Who
"E então, se você acha que não tem nada haver com a guerra?
Pois ate seu egoísmo e indiferença poderá sentir seus efeitos.
Você acha que não pode fazer nada contra ela?
Sim, você e alguém importante, porque todos são importantes
Voce + Outros = A Todos. Imagine se todos pensarem assim...
... Comece você mesmo!!
A paz ao nosso alcance
Depois do petróleo Iraquiano, quem sabe a flora e reservas da Amazônia, água potável, minérios, quem duvida?
Na década de 50 os negros americanos do Estados do Sul, como Alabama, Geórgia, Mississipi, etc, só podiam sentar nos bancos traseiros dos ônibus. Um dia uma senhora negra sentou-se num banco da frente e foi agredida e expulsa do ônibus. No domingo seguinte o Reverendo Martin Luther King iniciou um movimento de boicote aos ônibus, movimento esse que obteve total adesão dos negros, ate mesmo dos outros Estados sulistas.
Onze meses depois do inicio do boicote, durante o qual os negros não andaram de ônibus, os políticos, pressionados pelos proprietários da empresa, votaram uma Lei que proibia a discriminação racial nos meios de transporte.
Essa e a linguagem que os políticos americanos entendem. A linguagem do "business".
Agora, Bush e seu parceiro Tony Blair, da Inglaterra, pretendem invadir o Iraque para apropriar-se de suas reservas de petróleo, da mesma forma que vem interferindo na política da Venezuela e em todos os demais paises como se fossem donos de tudo.
Esta na hora de sairmos de nossa letargia, de nossa indiferença, e começarmos a agir. Nessa linha, propomos:
BOICOTE AOS PRODUTOS AMERICANOS
Fora Mc Donnald's, ícone do capitalismo americano. Basta deixarmos de ir lá. Basta ensinar aos nossos filhos que eles podem obter boa comida em outros lugares.
Igualmente, quando tivermos sede, não precisamos tomar Coca-Cola. Vamos tomar um Guaraná ou um chá, que seja produzido aqui.
Quando comprarmos um carro, compremos carros franceses, alemães, italianos, coreanos, japoneses, ou qualquer outro, menos Ford, GM ou Crysler.
Abastecer o carro: Petrobrás, Ipiranga ou Shell (que e holandesa). Esso e Atlantic, não.
Conta em banco: City ou Boston - estamos fora.
Remédios, computadores, pasta de dente, roupas de grife, passagem aéreas, qualquer coisa: americana, não!
Alias, esse remédio já foi experimentado pelos ingleses, na Índia. Lá, Gandhi liderou a "resistência pacifica" e, sem violência, obteve a independência de seu Pais.
Detalhe: não vamos estar criando mais desemprego ao não irmos ao Mc Donnald's, ou não tomarmos Coca-Cola, pois estaremos gerando emprego ao consumirmos produtos de seus concorrentes.
Apenas, o lucro e os royalties não vão mais para os estados unidos.
E hora de começarmos:
Primeiro: repasse essa mensagem a todos os seus conhecidos;
Segundo: mantenha-se alerta para, quando comprar algo, mesmo no supermercado, estar atento e não comprar nada de origem americana;
Terceiro: confie. Em menos tempo do que se imagina mudaremos a postura belicista do Bush;
Quarto: se você tem amigos em outros paises, mande-lhes essa mensagem e peca-lhes que a traduzam e divulguem.
Finalmente, lembre-se: individualmente, não somos ninguém, mas, como povo e como consumidores, temos o poder em nossas mãos."
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fabiana alves at 13:54-
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wQuinta-feira, Fevereiro 27, 2003 |
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Diagnóstico
Como eu sou cega e não enxergo as coisas. Constatei que necessito do uso de lentes que tenham o poder de me fazer ver o quanto certas coisas são importantes, o quanto tudo o que está acontecendo é importante, o quanto eu sou importante, o quanto ele é importante. Essa lente especial me daria a chance de evitar cometer as “bobeiras” que cometo. Essa lente me faria ser e me sentir uma pessoa melhor e com noção. Aliás, uma pessoa especial aqui de onde trabalho me fez enxergar e limpar a minha lente atual e notar algo que não tinha notado ou me passava despercebido (e deveria enxergar). Coisas que só pessoas de “fora” enxergam e nos fazem perceber. Coisas que nesse mundo de sonho que insisto em ficar, deveriam, há muito tempo, já ter se tornado a minha realidade e assim eu a tê-la assimilado.
Mas quem sou eu para isso e aquilo? Quem sou eu para ter o que tenho? Nessa lerdeza que sou e vivo, como se fosse a minha válvula de escape para o medo que tenho da vida, para toda a minha insegurança, para a minha baixa auto-estima. Quando superar isso, serei mais justo com os outros, serei mais justa comigo. Pelo menos, a noção dessa necessidade me veio à tona. Pelo menos agora, sei que essa é a minha maior fraqueza e é ela que me faz ser muitas vezes pequena, diante da grandeza que tenho ao meu lado e por egoísmo e infantilidade, insisto, muitas vezes, em não valorizar. Depois de tantos erros, chego a esse diagnóstico. Não é a conclusão de quais são os problemas. Mas a conclusão e o diagnóstico de que tenho de acordar desse meu sono constante e começar a ser gente de verdade. Além dessas palavras aqui ditas, além do meu diagnóstico auto-crítico. É hora de agir e ser forte. A força está na mente, no coração, na vontade e na coragem, e acima de tudo no amor.
posted by
fabiana alves at 11:18-
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wQuarta-feira, Fevereiro 26, 2003 |
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Pelo menos tem norte-americanos lúcidos que sabem que Guerra só serve para quem está no poder: All Facts & Opinions.
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fabiana alves at 13:58-
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Esse povo norte-americano não desiste. O orgulho sempre fala mais alto, enquanto a racionalidade fica esquecida em algum canto. A necessidade de provocação e superioridade é tamanha e espantosa. Essa obsessão por guerra do bananão Bush é o maior exemplo, entre tantos outros como esse de levantar outras duas novas torres para substituir o antigo WTC. Eles querem do mesmo tamanho e também comercializar espaço. Não basta apenas um memorial para os mortos, mas tem que mostrar a superioridade norte-americana e a capacidade de superar as adversidades. Quem são esses malditos árabes? Quem eles pensam que são, para derrubarem os yankees e o american pride?
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fabiana alves at 13:54-
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wSegunda-feira, Fevereiro 24, 2003 |
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Quem não passa ou já passou por essa?!
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Trabalho de graça: separando o joio do trigo
Profissionais são requisitados por amigos e parentes para dar uma ajudinha gratuita. Normal. O problema é saber reconhecer e negar pedidos mais abusados sem perder a amizade e a elegância...
O restante da matéria é só clicar aqui:
Webinsider
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fabiana alves at 11:32-
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wQuarta-feira, Fevereiro 19, 2003 |
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Na procura de algum site que aborde roteiro para quadrinhos acabei caindo na página do pessoal da revista FRONT, cujo trabalho primoroso já tinha conhecimento.
No site soube que a revista é toda realizada por um grupo que troca pautas e idéias via internet, através de uma equipe de trabalho. Fuçando na página do grupo de trabalho (que me integrei ontem - vamos ver se embalo nos roteiros para quadrinhos) me deparei com um texto manifesto que me fez acordar e ter mais coragem para tocar os meus próprios projetos.
Eu não poderia deixar de publicá-lo aqui neste espaço e aí embaixo vocês podem conferir e quem quiser e precisar de inspiração e de uma força, consulte-o. (Além do texto conto com o apoio incondicional do meu namorado, mas este não vou passar o telefone por motivos mais do que particulares, hehehe):
Ódio ao cool!
ódio ao cinismo programático
ódio a santa imaculada falta de pretenção
que nunca falha por nunca arriscar
ódio ao medo de escrever editoriais em revistas
de historias quadrinhos
como uma raposa que diz as uvas estão verdes
antes mesmo da primeira tentativa e
se falharmos: não era importante mesmo
arre, fora, fú!
estou farto de sátiras aos clássicos em que
se há de rebaixar tudo ao mesmo e então dormiremos todos
em paz pois afinal é tudo a mesma merda
estou farto da escatologia burocraticamente underground
mais uma multidão de pseudo-Crumbinhos correndo contra
o tempo para fazer a melhor piada de casca de banana,
220 melhores piadas de deputado corrupto , 300 melhores piadas de
corno, 527 327 piadas de gay e outras vítimas fáceis
ódio ao sexismo industrial-mente nas calcinhas
de um milhão de Manaras sem a morte na alma
ódio a diversão que tem que marcar ponto e alcançar um
n ível de produtividade em suas risadas compatível
aos padrões de qualidade do ISO 100021
ódio a misoginia ridente e ao machismo dos Comics
hiper-ódios aos Supers e Cartoons geométricos
de sexualidade tão asséptica quanto um ridente e castrado
atendente de MacDonalds e Blockbusters:
ódio ao seu militarismo contido e tenso e eficiente
ódio a distância calculada e segura
ódio ao "nada importa" conscencioso e profissional
como forma de adesão cínica à lei do mais forte
pois a ausência de regras e a liberdade absoluta
são a lei do mais forte
ódio ao conceito de gênio, guardachuva
das auto estimas preguiçosas e saudosas de deus -
enterrem, enterrem todos os cadáveres de deuses
pois o valor vem do futuro e eu não sou artista ,
fomos enganados : a Arte nunca existiu
mas quero matar os relógios ao fazer meu trabalho
e que meu trabalho seja meu nome, meu rosto ,
minha vida exposta nele
ódio a forma sem conteúdo soldado mercenário pronto
a vender seus serviços a qualquer conteúdo sem forma e sem alma
há um limite, há um limite sim que não podemos ultrapassar
um limite no instinto de sobrevivência:
não morreremos ,por certo , mas dali em diante
não morrer não tem mais nada a ver com estar vivo
relógios são corações estragados
ódio ao meio termo,
odio a indiferenca , muito mais diabólica que o mal e o bem
ódio aos que usam a crise de uma teoria
como lápide da compreenção
ódio as lojas de 1,99
ódio ao descartável
ódio a busca religiosa de alimento existencial
nas prateleiras dos shopping centers catedrais da nova Roma
ódio as insignificâncias e aos legais :
eu quero erros homéricos e acertos fantásticos
e o direito de fazer a escolha errada e excessos e faltas
acho que aquilo não é arte
é um monte de riscos sem nehum risco
ódio aos zumbis !
o sábio que já sabe tudo , não há risco
o corrupto que não tem fé alguma , jamais
se arrisca a estar errado ,
os santos ,esses que nunca se arriscaram.
ódio ao que foge ao front mutante acelerado,
ódio irremissível, visceral, indizível,
aos que não voltam para a guerra e fazem
de conta que não viram quando levaram
teu irmão e teu vizinho caiu ,eu ainda-não
graças deus,dizem eles,primeiro os eus,
protegidos que estão nas retaguardas do cool.
no outro extremo avançamos para sempre
em terreno minado:
é preciso vencer até mesmo as nossas vitórias.
Kipper
posted by
fabiana alves at 10:56-
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